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Amputar ou Não?

Amputar ou Não?

HIDROZONIOTERAPIA E LASERTERAPIA PODE AJUDAR A SALVAR!!

 

Kelli Gil Zamignan, Enfª. Obstetra, Laserterapeuta, Ozonioterapeuta

Desde os primórdios da humanidade até os dias atuais as feridas constituem um problema de saúde para o ser humano, pois as lesões de pele têm repercussões físicas associadas à dor, imobilidade e incapacidade; psicoemocionais, relacionadas à autoestima, autoimagem; diminuição da qualidade de vida e sociais, originadas por hospitalizações e afastamento do convívio social.

Presentemente, vários fatores podem estar envolvidos no desenvolvimento de uma lesão, entre esses, destaca-se o envelhecimento populacional com consequente aumento de doenças crônicas especialmente as cardiovasculares e o diabetes. Tais doenças estão relacionadas ao desenvolvimento de feridas, como úlceras arteriais, úlceras diabéticas, úlceras venosas, úlceras por pressão, dentre outras.

As úlceras de membros inferiores em pacientes diabéticos são consideradas precedentes de amputações e possuem prevalência estimada em torno de 4% a 10%. A amputação de membros inferiores constitui uma das mais devastadoras complicações do diabetes melito, associada a significativa morbidade, incapacidade e mortalidade. As amputações representam um relevante impacto socioeconômico, com perda da capacidade laborativa, de socialização e, consequentemente, da qualidade de vida.  Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 70% das amputações realizadas no Brasil são decorrentes do diabetes e 85% por conta de feridas nos membros inferiores, o que representa em torno de 55 mil amputações por ano. Nestes dados não foram incluídas as cirurgias para retirada de dedos necrosados, que são realizadas em número ainda maior. Vale ressaltar que a cada um minuto, três pessoas são amputadas no mundo decorrente do diabetes.

O tratamento das feridas inclui métodos clínicos e cirúrgicos e o curativo é o tratamento clínico mais frequentemente utilizado para auxiliar a reparação tecidual.

Além da competência e conhecimento do profissional envolvido, os atuais produtos e tecnologias desenvolvidas para a cura de feridas, está também relacionado ao sucesso no tratamento, diminuindo complicações, custos e o tempo de hospitalizações e afastamento do convívio social, possibilitando uma reintegração o mais rápido possível.

Atualmente, as técnicas terapêuticas Hidrozonioterapia e a Laserterapia, são consideradas uma das maiores descobertas da história. São métodos utilizados no tratamento de feridas que resulta na melhora das condições do leito da ferida, podendo ser, em algumas ocasiões, o próprio tratamento definitivo, evitando desfechos irreversíveis como no caso de amputações.

A Hidrozonioterapia utiliza a aplicação de uma mistura dos gases oxigênio e ozônio na água morna que resulta no fornecimento de oxigênio puro para a região afetada, uma normalização do oxigênio local e estímulo para a regeneração do tecido. Consiste em um peeling suave, com debridamento não cruento e gradativo, que retira o odor fétido das feridas abertas e do pé diabético, alivia a dor do local e mantém a melhora a longo prazo, diminui o edema extravascular, promove redifusão capilar e higienização ampliadas, além de oxigenoterapia por difusão.

A Laserterapia tem como mecanismo de ação, fornecimento de energia a células. O que a célula irá fazer com a energia absorvida, depende da sua genética, da sua função fisiológica. Dependendo da sua função e necessidade celular ela pode se multiplicar, regenerar, secretar, o que for preciso para buscar sua homeostasia (equilíbrio).

Ambas técnicas estão associadas com a estimulação da microcirculação, regulação do sistema antioxidante, melhora do metabolismo do oxigênio, modulação do sistema imunológico, amplo aspecto germicida, modulação do processo inflamatório local, aceleração a regeneração do tecido lesionado com estimuladores da granulação e da epitelização, ação analgésica local. Cujas vantagens sobre os medicamentos convencionais são inúmeras, principalmente a ausência de efeitos colaterais, ação local específica, uma importante indicação clínica como ferramenta terapêutica complementar acelerando a cicatrização de feridas crônicas vasculares, diabéticas e lesões por pressão (escaras). Além de ajudar em todas as feridas cirúrgicas em pós-operatórios. O Tratamento é um método rápido e eficaz, não tem contraindicações, e pode ser feito em conjunto com qualquer outro método de tratamento. O número de sessões é variável de acordo com o tipo e tamanho da ferida e as sessões podem ser frequentes (2 a 3 x por semana) ou semanais.

As concepções e práticas de saúde voltadas ao cuidado não comportam mais um olhar fragmentado que visa somente à doença. Busca-se uma prática assistencial, de acolhimento e respeito, para um ser com sentimentos e valores embasados na dignidade humana.

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